Setembro - 2026 - Edição 314

O ex-ministro Wellington Moreira Franco revela, pela primeira vez, os bastidores das articulações que moldaram o Brasil nas últimas décadas em Política como Destino (Ed. TopBooks).

Inesquecíveis (Ed. Bazar do Tempo), organizado por Ana Rüsche e Lubi Prates, recupera vozes da poesia brasileira, traçando um panorama do século XVIII ao XXI.

Dividido em quatro eixos temáticos, Uma História da Literatura Brasileira Contemporânea (Ed. Todavia), de Regina Dalcastagné, mergulha na diversidade ficcional brasileira produzida nas últimas décadas.

Arte, política, erotismo, linguagem e cultura marcam Os Dois Hemisférios do Meu Colarinho (Ed. Ateliê), primeiro livro de poesias do jornalista e professor Eugênio Bucci.

Os Enigmas Singulares (Ed. Círculo de Poemas) é a primeira antologia do cardeal português José Tolentino Mendonça publicada no Brasil.

Nos Seis Ensaios de Lacuna (Ed. Relicário), o escritor e professor Felipe Charbel trata das relações entre literatura e vida.

Faltas (Ed. DBA), livro autobiográfico da ativista trans argentina Cecília Gentili, narra seus primeiros anos de vida, base para sua luta em defesa dos marginalizados.

Em Só os Loucos Batem Palmas para o Céu (Ed. Cavalo), a poeta, compositora e violoncelista Denise Emmer, vencedora do Prêmio Alceu Amoroso Lima, depura questões como a solidão e o desamparo.

Com base em mais de cem entrevistas, livros e reportagens, o jornalista Uirá Machado conta a história de Mequinho, o maior enxadrista brasileiro de todos os tempos, em Entre Bispos e Reis (Ed. Todavia).

Partindo da produção de autores consagrados, a premiada Maria Valéria Rezende toca a fronteira entre “escrita” e “reescrita”, propondo novos desfechos de textos clássicos, no elogiado Recapitulações (Ed. 4).

No Turbilhão da Galeria (Ed. Arquipélago) reúne crônicas do carioca Álvaro Costa e Silva, trazendo 83 textos sobre samba, futebol, literatura, Carnaval e política.

Ai de Nós, Copacabana (Ed. Mórula), de Alexandre Medeiros, traz uma coleção de crônicas que percorrem ruas e memórias do bairro.

Eliana Alves Cruz lançou uma edição revista e ampliada de O Crime do Cais do Valongo (que inaugurou, na Ed. Record, a série Crimes Coloniais).

Transitando entre ensaio, relato e reflexão filosofia, Zen Ciclismo (Ed. Gryphus), de Juan Carlos Kreimer, traça também um panorama histórico da bicicleta

Saiu o novo livro de poemas do piauiense Diego Mendes Sousa: Igaraçal (Editora Litteralux).

Em Memorial do Inverno (Ed. Objetiva), Roberto Pompeu de Toledo mostra que a vida de um recém viúvo de 80 anos pode ser repleta de novas descobertas.

Simone de Beauvoir: uma Moça Nada Comportada (Ed. L&PM), de Sophie Carquain e Olivier Grojnoski, traça uma biografia em quadrinhos de uma das intelectuais mais brilhantes do século XX, ícone do feminismo.

Música de Mortos Suaves, edição póstuma do mato-grossense Ricardo Guilherme Dicke, reúne catorze contos – doze deles inéditos, em publicação organizada por Rodrigo Simon de Moraes.

Dividido em cinco seções, Você Leu os Comentários? (Ed. Teatro da Mente), apresenta 46 poemas criados por Diana de Hollanda a partir de comentários retirados da internet.

Romance de formação sobre o complexo processo de luto, O Ano do Cometa (Ed. Fósforo) marca a estreia de Maria Brant na literatura.

Apneia (Ed. Cosac), de Esther Faingold, trata de temas como maternidade, sexualidade, memória e diáspora.

O aclamado escritor e cientista político mexicano Yuri Herrera retrata, em Trilogia Mexicana (Ed. Amarcord), um país dominado pela violência e pelo tráfico.

Cotado ao Nobel de Literatura, o poeta chileno Raúl Zurita teve a primeira antologia de poemas publicados no Brasil: Sua Vida Quebrando-se (Editora Círculo de Poemas).

Os Nomes (Grupo Editorial Record), de Florence Knapp, ganhou o prêmio de Melhor Livro de Estreia de Ficção no British Book Awards de 2026.

Último romance de Lev Tolstói, Ressurreição, publicado em 1899, teve ediçãoda José Olympio e tradução diretamente do russo assinada por Irineu Franco Perpétuo.

Propondo a leitura da menopausa longe dos clichês, Inés Garland entrevistou homens para escrever Diário de uma Mudança (Ed. Instante), oferecendo uma reflexão sobre as transformações do climatério.

Joel, o Contador de Histórias (Ed. Pallas), com texto de Cintia Barreto e ilustrações de Rodrigo Andrade, homenageia o historiador Joel Rufino dos Santos (1941-2015), pioneiro na luta contra o racismo.

O Amor na Sala Escura (Ed. Bazar do Tempo), de Clarice Escorel, é ambientado entre o Rio dos anos 1990 e a São Paulo dos anos 2000.

Francesa radicada no Rio desde 1985, Dominique Jardy é o tema do livro-arte Mata Adentro – Dominique Jardy, escrito pela historiadora Lorelai Kury, com fotos de Jaime Acioli.

Folhas de Bordo, novo livro de Marília Mangueira (autora de A Ostra e o Teatro) pode ser encontrado em ebook, nas redes sociais da autora