Janeiro - 2026 - Edição 310
Vai até o dia 21 de março, na FGV, a exposição “Adiar o fim do mundo”, com curadoria do acadêmico Ailton Krenak e Paulo Herkenhoff. A mostra reúne saberes ancestrais e grandes nomes de diferentes regiões e gerações da arte brasileira.
Aos 90 anos, Myriam Daulsberg revisita sua história e a da Dellarte, uma das principais empresas dedicadas à difusão das artes no país. Relembrando episódios marcantes, a autora lançou o livro Atrás do Palco, pela Editora Rebento.
Dentro do novo projeto gráfico que marcou o retorno da obra do poeta à Editora Record, Discurso de Primavera e Algumas Sombras, de Carlos Drummond de Andrade, traz fixação de texto por Edmílson Caminha.
Em Como Sei o Que Sei, Petria Chave entrevista grandes nomes da neurociência, psicanálise e arte para investigar o que é a intuição e como ela pode nos orientar em tempos de incerteza.
O projeto Navegar é Preciso, idealizado pela Livraria da Vila e Auroraeco, chega à sua 14ª edição em 2026. Entre 27 de abril e 1º de maio, o barco realizará o trajeto pelo Rio Negro com a presença de vários escritores.
O jornalista Daniel Setti lançou o segundo volume da obra Do Vinil ao Streaming (Ed. Autêntica).
Aatriz, escritoraedocumentarista Maria Ribeiro estreou na editora Record com Não Sei Se É Bom, Mas É Teu, compilação de crônicas escritas desde 2018. Com prefácio de Anitta, posfácio de Caetano Veloso e texto de orelha de Alexandre Machado.
A Bacia do Prata no Século XIX: Política, economia e sociedade, coletânea organizada pelo Embaixador Gelson Fonseca Jr. e pelo professor Rodrigo Goyena Soares, reúne ensaios sobre a história da região do Prata no século XIX.
Doze anos após seu último lançamento, Adélia Prado lançou O Jardim das Oliveiras, com 105 poemas inéditos. A publicação comemorou os 90 anos da autora, em 13 dezembro de 2025.
O Beijo no Leproso, do acadêmico francês François Mauriac, Nobel de Literatura em 1952, retorna às livrarias depois de muitas décadas em edição da José Olympio, com tradução inédita de Ivone Benedetti.
Fotógrafo e psicólogo, Marcelo Celeste lançou Tempo Possível (Ed. Independente), onde explora o tempo cíclico e o distanciamento da vida natural.
Romance fundamental na história da literatura, Cem Anos de Solidão (Ed. Record), de Gabriel García Márquez, ganhou edição primorosa em capa dura, com ilustrações inéditas da artista chilena Luisa Rivera.
O Escrevente do Chão, de Diego Mendes Sousa, publicado pela Editora Litteralux, ganhou belo projeto gráfico de Karina Tenório.
Livro inédito no Brasil, que chega às livrarias pela ed. José Olympio, Uma Casa na Areia, escrito por Pablo Neruda (1904-1973), traz poemas sobre uma das residências mais queridas de Neruda, sua casa em Isla Negra.
EuEscrevo: Dilemasdaescrita em si (ed. Record), organizado por Natalia Timerman e Gabriela Aguerre, reúne, de forma inédita, textos de 23 autores e críticos contemporâneos sobre as narrativas em primeira pessoa.
No livro Um Ciclista contra o Nazismo (Manole), Alberto Toscano mergulha na vida e nos feitos esportivos e humanitários de Gino Bartali (1914 – 2000) em meio à Segunda Guerra.
O Despojo do Caramujo,Breve Romance de Despedida, novo romance independente de Marília Lovatel, traz uma importante reflexão sobre o envelhecer e o desapego.
Eu, Inútil (Ases da Literatura), de Cibele Laurentino, olha de frente para o impacto psicológico da maternidade narcisista, mas sem reduzir sua personagem à dor.
Hipopótamo (Todavia)), de Chico Mattoso, tem como protagonista o menino Rodrigo, cujos pais foram perseguidos pelo regime militar.
Mais do que um romance sobre pandemia ou solidão, Mesa para Dois (Labrador), de Denis Amaral, é uma investigação existencial, oferecendo ao leitor não apenas a história de um homem, mas um espelho das incertezas de toda uma geração.
Fora da Rota (Todavia), estreia de Evelyn Blaut é uma travessia poética pelos escombros do luto.
Em Engravidei (Caravana Grupo Editorial), a doutora em Literatura (UFC) e pós- -doutora em Escrita Criativa (PUCRS) Andrea Nunes se lança num mergulho íntimo e corajoso.
O livro Os Óculos e Outras Réplicas (Kafka Edições) reúne contos das escritoras Denise Miotto Mazocco e Marcella Lopes Guimarães.
Com prefácio do pesquisador e crítico Carlos Didier, o produtor e radialista João Carino lançou o romance Zezinho de Nervina, onde recria o espírito musical da Lapa carioca dos anos 1940.
Compreendendo a Depressão (Manole), escrito pelos psiquiatras Rodolfo Damiano e Marcus Vinicius Zanetti e pelas psicólogas Loren Beiram e Leticia Lopes de Figueiredo, pesquisadores do Instituto de Psiquiatria da USP, desvenda as causas da doença que afeta cerca de 300 milhões de pessoas no mundo.
Em Estranhos no Cais (Todavia), Tash Aw faz uma meditação profunda sobre o silêncio que cerca as histórias de imigração dentro e fora da Ásia.
Cidadão, novo livro de Ricardo Pecego, publicado pela Editora Cachalote mergulha na complexidade das relações urbanas e questiona a indiferença social.
Brincadeiras à Parte (Planeta), obra da atriz, cantora e escritora Letrux, compartilha contos dedicados a brincadeiras que tratam de temas como sexualidade, feminismo, música, autoconhecimento, amizade e relacionamentos.