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A Copa do Tatu-Bola


Foi uma escolha difícil. Era preciso eleger a mascote brasileira da Copa do Mundo de Futebol de 2014, no Rio de Janeiro, e havia muitos candidatos fortes, como o macaco muriqui e a onça-pintada.

Mas o escolhido foi o mamífero tatu-bola, que vive na caatinga e no cerrado do nosso país. Aí surgiu um problema: o medo dele de que, ao se transformar em bola, como é seu hábito, pudesse ser utilizado nos jogos da Copa.

Houve uma reunião dos tatus e ficou resolvido criar uma comissão para evitar que isso acontecesse. Também se falou (mal) dos impiedosos caçadores e contrabandistas de animais. Eles tinham de deixar os tatus em paz, mesmo que para isso tivessem que permanecer mais tempo nos buracos que cavavam com as suas poderosas garras.

Houve uma ideia genial: ligar os buracos e criar uma espécie de metrô na Tatulândia, com as comunicações administradas pela Teletatu. Coisa séria, que está nesta história original de Arnaldo Niskier, membro da Academia Brasileira de Letras, que gosta de contar essas histórias para as nossas crianças e jovens. Ele já produziu mais de 40 livros infantojuvenis.






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