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18 anos!


E chegamos aos 18 anos! Sem falhas, com a literatura infantil em destaque, iluminando a nossa página! A leitura do conjunto dos textos publicados apresenta a evolução da literatura nacional voltada para os pequenos e para os jovens leitores. Nosso guia sempre foi Lobato, encantador das leituras infantis. Com ele e os personagens do Sítio da Dona Benta conhecemos seres mitológicos, heróis, visitamos as mil e uma noites, o faroeste, a Terra do Nunca mas, principalmente, descobrimos o prazer da leitura e a beleza da nossa cultura nas lendas, “causos”, aventuras e contos narrados pela avó querida aos netos Pedrinho e Lucia (Narizinho) ou contados por tia Nastácia, a melhor de todas as quituteiras! Tudo isso temperado com a sabedoria do Visconde de Sabugosa e a irreverência da boneca Emília.
Aqui encontramos a alegria dos encontros, a conquista de cada autor e ilustrador nos lançamentos de novos títulos, a história de pioneiros e vencedores, o aplauso aos iniciantes.
Cada número do Jornal de Letras representa uma história, uma vitória, a nossa história. Estamos todos de parabéns e que aconteçam mais eventos e novas histórias, sempre com o tema da literatura infantil e juvenil de qualidade!

Continuando o tema das dobradinhas, descobrimos algumas coincidências que repartimos com os leitores:

A autora e ilustradora Matê, artista plástica autodidata e aquarelista premiada, está presente em dois lançamentos. Matê é de origem polonesa, francesa de nascimento e mora no Brasil desde 1980. É amante da natureza e apaixonada pelas culturas indígenas e africanas.





Águas encantadas (Gaia) – Mais uma vez a água é o tema da obra de Matê. “Para o viajante que sabe ouvir, há belas histórias para se descobrir nas terras ultramarinas: no Ártico gelado corre a lenda de Sedna, a sereia do povo inuit; nas águas equatoriais do Oceano Índico existe uma ilha que já foi um crocodilo; na China, antiga Terra do Dragão, todos gostariam de encontrar uma certa pérola...”





Contos do baobá (Global) – 4 contos da África Ocidental adaptados e ilustrados por Matê. A lebre, o rinoceronte e o hipopótamo, Anansi e o presente de Deus, Por que os pescadores gostam do vento? e O camaleão e o chimpanzé são as histórias contadas ao redor dos baobás, árvores mágicas de enorme importância para as culturas africanas, que fornecem frutos, fibras e água, armazenada em seu imenso tronco.
Dois autores nordestinos com participação importante na literatura nacional, que destacam aspectos predominantes regionais. Duas obras impactantes para os jovens.

O Quinze (José Olympio) – Edição especial em capa dura e com encarte de fotos da primeira obra (editada em 1930) de Rachel de Queiroz. “O embate entre o homem e a natureza, no trágico destino de um povo assolado pela grande seca de 1915 que, diga-se, não foi a última.” Algumas Assombrações do Recife Velho (Global) – Histórias em quadrinhos reunindo sete histórias do livro Assombrações do Recife Velho, de Gilberto Freyre, criadas por André Balaio e Roberto Beltrão.










Desenhista de filmes infantis, o americano Aaron Becker ilustrou cenas de Expresso Polar e Carros, dentre vários outros. Seus livros de imagens nos transportam para um mundo mágico.


Jornada (Galerinha – Record) – Primeiro livro do artista, apresenta imagens onde a solidão se destaca, felizmente vencida pela criatividade e pelo encontro com histórias maravilhosas. Um lápis mágico une fantasia e realidade. A obra recebeu o prêmio de Melhor Livro Infantil Ilustrado do The New York Times. Missão (Galerinha – Record) – A história continua, agora não há mais solidão, há amizade, aventura e o retorno ao mundo da fantasia. Com criatividade e imaginação, a história acontece com a ajuda de lápis coloridos.












Agora é a vez da querida Gilda de Aquino, tradutora de duas divertidas obras para os pequenos.


Nhac! (Brinque-Book) – Texto e ilustrações de Carolina Rabei – Nhac é um porquinho-da-índia que vive confortavelmente em sua gaiola cheia de comida. Até que um dia ele conhece o ratinho Coalho e a sua vida muda, para muito melhor! Meu pai é uma girafa (Brinque-Book) – Texto e ilustrações de Stephen Michael King, premiado autor de O homem que amava caixas e de Folha (um dos meus preferidos!). Meu pai é grande e alto, tem pintas no corpo e é gentil e divertido. Com certeza, meu pai é uma girafa!












Notícias Muito feliz com o relançamento de Vermelho amargo, do querido Bartolomeu Campos de Queirós, pela editora Global. Um dos últimos textos escritos pelo Bartô relata de forma sempre poética revelações amargas da infância. Garanto que, após a leitura, nunca mais o tomate terá o mesmo sabor!





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